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Produtores de Porciúncula, Varre-Sai e São José do Vale do Rio Preto são destaque em prêmio de cafés especiais

Primeira edição do Prêmio Excelência – Cafés do Rio reconheceu qualidade da produção fluminense e valorizou a cafeicultura do interior do estado.

Por Diego Varsi, g1 — Porciúncula

Produtores do interior do RJ se destacam em prêmio de cafés especiais — Foto: Secretaria de Estado de Desenvolvimento do Interior

Produtores de Porciúncula e Varre-Sai, no Noroeste Fluminense, e São José do Vale do Rio Preto, na Região Serrana, foram os grandes destaques do 1º Prêmio Excelência – Cafés do Rio, que reconheceu a qualidade dos cafés especiais produzidos no interior do estado. A iniciativa reforça o crescimento da cafeicultura fluminense e o papel do setor no desenvolvimento econômico regional.

A premiação foi coordenada tecnicamente pela Emater-Rio, vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional do Interior, Pesca e Agricultura Familiar (Sedipaf), e contou com apoio de entidades como Faerj, Senar, Sebrae, Fiperj, BSCA e cooperativas regionais.

Os cafés inscritos passaram por avaliação técnica criteriosa, que analisou atributos como aroma, sabor, equilíbrio e identidade regional.

De acordo com a organização, as pontuações alcançadas pelos vencedores demonstram qualidade compatível com padrões nacionais e internacionais, evidenciando o avanço da produção fluminense no mercado de cafés especiais.

Resultados

Na categoria Via Seca, o primeiro lugar ficou com o Café Fortaleza, de Porciúncula. O segundo lugar foi conquistado pelo Café Marteline Neles, também do município, e o terceiro pelo Café Morro da Máquina, de Varre-Sai.

Na categoria Via Úmida, o vencedor foi o Café Tassinari, de São José do Vale do Rio Preto. O segundo lugar ficou novamente com o Café Morro da Máquina, de Varre-Sai, e o terceiro com o Café Pelegrini, do mesmo município.

Fortalecimento da cafeicultura

Segundo os organizadores, o Prêmio Excelência – Cafés do Rio contribui para valorizar a agricultura familiar, gerar renda no campo e ampliar a visibilidade dos cafés produzidos no estado em mercados cada vez mais exigentes.

Mais do que uma competição, o evento representa um avanço estratégico para a cafeicultura do Rio de Janeiro, ao reconhecer o trabalho de produtores que investem em qualidade, inovação e identidade regional, consolidando o café fluminense no cenário nacional.

Leonardo Assad

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