O Projeto Mulheres do Café, iniciativa do Governo do Estado do Espírito Santo, lança mais uma ação para ampliar a visibilidade do protagonismo feminino na cafeicultura capixaba. O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) está mobilizando os municípios do Estado para compor um portfólio com histórias de mulheres que atuam na produção de café. O trabalho resultará em uma publicação nos formatos digital e impresso.
A proposta é reunir relatos inspiradores de cafeicultoras de diferentes regiões, com até cinco participantes por município, respeitando a diversidade de perfis e experiências. As produtoras podem ser indicadas por técnicos do Incaper ou se inscrever diretamente pela internet.
Não é exigido que as participantes trabalhem com cafés especiais ou possuam marca própria. “O critério central é a representatividade: mulheres com histórias que expressem dedicação, superação, inovação e contribuição para a atividade cafeeira em seus territórios”, explica a coordenadora do projeto Mulheres do Café e extensionista do Incaper, Patrícia Matta.
Como participar
As produtoras interessadas em participar devem fazer inscrição por formulário on-line – acesse aqui. Também é necessário enviar uma foto da cafeicultora — preferencialmente na lavoura, na propriedade ou em contato com o café — com resolução mínima de 300 dpi. Imagens feitas por celular são aceitas, desde que em alta qualidade (modo Ultra HD ou câmera profissional).
As fotos podem ser enviadas via WhatsApp pelo número (22) 98113-7472 (como arquivo) ou por pasta compartilhada no Google Drive (acesse aqui). O prazo para envio das informações é até agosto deste ano.
Sobre o projeto
O Mulheres do Café é executado pelo Incaper, no âmbito do programa Inovagro, conduzido pela Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes). Além de valorizar a participação feminina na cafeicultura capixaba, a iniciativa busca fortalecer a cadeia produtiva, promover a qualificação técnica, ampliar a equidade de oportunidades e facilitar o acesso das produtoras a mercados diferenciados.
Fonte: Site Barra
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