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Chuvas de março aceleram safra recorde e garantem preços estáveis pro café

Última atualização: 08/04/2026 às 15:42

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O cenário do café brasileiro fechou março de 2026 com aquele gostinho de esperança e resultado positivo! Tudo por causa das condições do tempo, que estão ajudando a construir uma safra histórica para o ciclo 2026/27. As chuvas que caíram ao longo do mês foram essenciais: elas garantiram o enchimento dos grãos do arábica e deram aquele boost no desenvolvimento final do robusta/conilon nas principais regiões produtoras. Ou seja, tudo no lugar certinho pro café brilhar! 

As projeções pra safra 2026/27 são de fazer sorrir: tudo indica que a produção pode bater entre 66 milhões e 75,3 milhões de sacas de 60 kg – um verdadeiro recorde histórico! Segundo a Conab, a área de produção cresceu 4,1%, chegando a 1,93 milhão de hectares. Melhor ainda: a produtividade média nacional deve pular 12,4%, atingindo 34,2 sacas por hectare. É colheita boa vindo aí! 

E os preços? Também vieram com tudo! O governo federal fixou os valores mínimos pra nova safra (de abril de 2026 a março de 2027) em R$ 792,53 pro arábica e R$ 556,97 pro conilon. No mercado físico, polos como Patrocínio (MG) já estão vendo sacas perto dos R$ 2.090,00. Mesmo com uma produção fortíssima, os estoques globais ainda estão baixos – o que, segundo os analistas, deve segurar qualquer queda brusca nos preços pro consumidor.

Já as exportações deram uma respirada no primeiro bimestre de 2026, com uma leve queda de 27% em relação ao ano passado – cerca de 2,6 milhões de sacas em fevereiro. Mas calma que isso tem explicação! Especialistas apontam que houve uma menor disponibilidade de café das safras anteriores, e o mercado está só esperando a nova safra recorde entrar em cena pra bombar as exportações pra perto de 47 milhões de sacas no ano. 

Depois de um dezembro bem quente, a melhora no clima foi um baita alívio pros produtores. Mas quem vive do café sabe: a atenção continua redobrada! A volatilidade nas bolsas de Nova York e Londres pede cuidado na gestão dos custos e na hora de comercializar a safra, que começa a ser colhida a partir de maio. 

É olho no lance e pé no chão pra aproveitar esse momento positivo com planejamento!

Fonte: Jornal de Patrocínio

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