Foto: EPTV
A segunda bebida mais consumida no Brasil, atrás apenas da água, vai muito além da xícara. Na Alta Mogiana, tradicional região cafeeira do interior paulista, o café também é herança, aprendizado e futuro. Na família do produtor Arthur Martins, por exemplo, o filho Miguel Martins já acompanha de perto a rotina no campo. “Tem que grudar no pai, tem que garimpar isso”, diz o produtor, ao incentivar o interesse do menino pela atividade.
Esse universo foi o centro das atenções durante a Alta Café, feira realizada em Franca (SP) que reuniu mais de 140 empresas. Entre os destaques, tecnologias voltadas para ganho de produtividade chamaram a atenção dos produtores, especialmente em um momento estratégico, com a expectativa de uma safra alta. Equipamentos modernos prometem reduzir perdas e otimizar o trabalho nas propriedades.
Mas a inovação não se limita às máquinas. A feira também abriu espaço para ideias sustentáveis e novos modelos de produção. O reaproveitamento da borra de café para o cultivo de cogumelos e a crescente demanda por cafés orgânicos mostram um consumidor mais atento. “O pessoal tem procurado muito a sustentabilidade, tanto no campo quanto na xícara”, afirma o empreendedor Jaider Silva.
Entre tecnologia, sustentabilidade e tradição, o café segue se reinventando. Seja nas máquinas de última geração ou nas histórias estampadas nas embalagens, como a de um produtor que transformou a própria família em arte, o setor mostra que inovação e identidade caminham juntas na construção do futuro da cafeicultura brasileira.
Fonte: Rede Globo
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