Agronegócios|Do R7, com RECORD NEWS
As chuvas que foram bem-vindas no início do ano se tornaram uma verdadeira dor de cabeça para produtores de café em Minas Gerais, após persistirem em excesso. Com o registro de 306 mm em janeiro e 106 mm em fevereiro, segundo a Fundação Procafé, na região de Varginha, o volume de água em janeiro foi superior à média histórica — medida desde 1974.
O alto nível de umidade pode favorecer a aparição de doenças causadas por fungos, como ferrugem, phoma e cercospora. O ente aponta que, por causa das chuvas, cerca de 70% das lavouras do sul e centro-oeste do estado apresentam algum sinal dessas doenças causadas por fungos.
“Lavouras com pressão alta de doença, seja ferrugem, cercospora, seja phoma, incidência alta, elas vão trazer uma desfolha muito grande para a planta, o que vai perder essa arquitetura e consequentemente perder projeção e produtividade”, destaca Matheus da Silva Pereira, técnico de campo da Faemg (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais).
Com o momento sendo de alerta para o cafeicultor, pesquisadores recomendam atenção na previsão do tempo, para a utilização dos momentos de estiagem para a realização de pulverizações preventivas. No entanto, mesmo as doenças sendo um motivo de preocupação, os órgãos como a Procafé ainda não conseguem prever os impactos e possíveis prejuízos.
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