O presidente da Associação Brasileira de Cafés Especiais, Luiz Roberto Saldanha, analisa os impactos da instabilidade geopolítica no setor cafeeiro. Com o bloqueio parcial do Estreito de Ormuz e tensões no Canal de Suez, a necessidade de rotas alternativas pelo Cabo da Boa Esperança pode elevar o tempo de transporte para a Europa em até 18 dias, encarecendo fretes e seguros marítimos.
Saldanha destaca que, além da logística, a crise energética pressiona os custos de produção no campo, especialmente de fertilizantes nitrogenados que dependem do gás natural. Apesar da recente queda de mais de 30% nas cotações da bolsa de Nova York desde outubro passado, o fortalecimento do dólar e os gargalos de infraestrutura portuária seguem como fatores críticos para a rentabilidade dos produtores e exportadores brasileiros.
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