Foto: Diego Vargas
Brasil caminha para safra recorde de café em 2026
O Brasil projeta uma safra histórica de café em 2026, com estimativas que variam entre 66,2 milhões e 75,3 milhões de sacas, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
O desempenho é impulsionado por condições climáticas favoráveis e pela bienalidade positiva do café arábica, além da expectativa de estabilidade nos preços ao longo do segundo semestre.
Neste cenário, o manejo agronômico eficiente torna-se crucial para garantir que a produção alcance seu pleno potencial produtivo.
Plantas daninhas representam risco direto à produtividade
Entre os principais desafios das lavouras está o controle de plantas daninhas, que competem com o cafeeiro por água, luz e nutrientes.
Em áreas de alta infestação, essa competição pode comprometer o desenvolvimento inicial da cultura e reduzir significativamente o potencial produtivo da lavoura, especialmente na ausência de manejo adequado.
A engenheira agrônoma Bárbara Marcasso Copetti, da Ourofino Agrociência, destaca:
“Em uma safra cheia, cada detalhe do manejo faz diferença. O controle de plantas daninhas precisa ser planejado, monitorado e integrado a diferentes práticas para proteger o potencial produtivo do cafeeiro.”
Manejo integrado ganha protagonismo
O manejo integrado de plantas daninhas combina métodos culturais, mecânicos e químicos, aumentando a eficiência do controle e reduzindo riscos à lavoura.
Entre as práticas mais utilizadas estão:
Uso racional de herbicidas fortalece produtividade e sustentabilidade
O uso de herbicidas deve seguir princípios de manejo racional, considerando tipo de infestação, estágio da cultura e condições climáticas, garantindo eficiência e sustentabilidade.
Tecnologias modernas, como o herbicida ConfianteBR, oferecem:
Esse tipo de solução é especialmente importante para o controle de espécies resistentes, como capim-amargoso, capim-pé-de-galinha e buva, em operações de pré-plantio ou aplicações dirigidas.
Bárbara Copetti reforça:
“O produtor precisa de ferramentas eficientes sem comprometer a segurança da lavoura. Tecnologias que permitem manejo estratégico são essenciais em áreas com histórico de resistência.”
Atenção redobrada garante produtividade e qualidade
Com o aumento da produção e maior volume destinado à exportação e recomposição de estoques, o manejo eficiente das lavouras se torna um fator estratégico.
Boas práticas agrícolas, aliadas ao uso responsável de tecnologias, são determinantes para assegurar produtividade, qualidade dos grãos e sustentabilidade da cafeicultura nos principais estados produtores: Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e região Sul.
Fonte: Portal do Agronegócio
https://www.youtube.com/watch?v=n5OrC2ogJXY Fonte: REDEMAISHD
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