Estado deve colher 2,7 milhões de sacas do grão; giro de notícias destaca ainda colheita de oliva e novas regras do Ibama
Rondônia deve colher 2,7 milhões de sacas de café na safra atual, um volume 18% superior ao registrado no ciclo passado. A estimativa é da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e aponta para uma produtividade recorde no estado após dois anos consecutivos de queda. O desempenho consolida Rondônia como o quinto maior produtor do país, com protagonismo absoluto no cultivo do café robusta, variedade conhecida pela resistência e uso em blends e cafés solúveis.
A expansão da safra rondoniense reflete a superação de desafios climáticos que afetaram as lavouras nos últimos dois anos. Segundo os dados da Conab, o incremento na produtividade é resultado de investimentos em tecnologia no campo e melhores condições meteorológicas. No cenário nacional, o estado mantém sua posição estratégica, especialmente no fornecimento de café robusta para a indústria nacional e internacional.
O café robusta (Coffea canephora) diferencia-se do arábica por possuir um teor de cafeína mais elevado e maior resistência a pragas e temperaturas altas. No Brasil, Rondônia lidera a produção desta variedade na região Norte, sendo peça fundamental para o equilíbrio do mercado de commodities.
Além do café, o mês de abril marca um período decisivo para a olivicultura brasileira. A abertura oficial da colheita da oliva ocorre no dia 17, em Triunfo, no Rio Grande do Sul. O estado é o principal polo produtor do país, concentrando mais de 80% da produção nacional de azeite de oliva extravirgem.
A expectativa do setor é atingir a marca de 1 milhão de litros em 2026. O otimismo surge após dois anos de quebras de safra severas causadas por instabilidades climáticas. A retomada da produção é vista como um passo essencial para reduzir a dependência das importações e fortalecer o consumo do produto nacional, que tem ganhado prêmios internacionais de qualidade.
No campo das regulações ambientais, o Ibama anunciou medidas rigorosas para o comércio de recursos marinhos. O órgão proibiu a exportação de barbatanas de tubarão-azul que estejam separadas do corpo do animal. A decisão visa combater a prática do finning, que consiste na retirada das nadadeiras e no descarte do restante do corpo no mar, prática considerada predatória e insustentável.
O tubarão-azul possui alta demanda no mercado asiático, onde suas barbatanas são utilizadas na culinária tradicional e em produtos de alto valor agregado. Com as novas regras, o Ibama pretende reforçar o controle sobre a cadeia produtiva, garantindo que a exploração da espécie ocorra de forma sustentável e rastreável. A norma também estabelece limites mais rígidos para a captura e intensifica a fiscalização nos portos e entrepostos de pesca do país.
Fonte: Band
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