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Mercado do café segue volátil e realizava lucros na manhã desta 5ª feira (19)

Mercado do café segue volátil e realizava lucros na manhã desta 5ª feira (19)

Preços recuavam em mais de 1% nas bolsas internacionais

Os preços do café seguem voláteis, e na manhã desta quinta-feira (19) as bolsas internacionais trabalhavam com ajustes técnicos e realizando lucros após alta consolidada no fechamento da sessão anterior.

De acordo com o Barchart, os futuros têm estado sob pressão nas últimas 3 semanas após a Conab afirmar que a produção de café no Brasil em 2026 deverá crescer 17,2% em relação ao ano anterior, atingindo o recorde de 66,2 milhões de sacas, com a produção de arábica subindo 23,2% em relação ao ano anterior, para 44,1 milhões de sacas, e a de robusta, 6,3% em relação ao ano anterior, para 22,1 milhões de sacas. 

Relatório da Hedgepoint Global Markets aponta então que essa combinação de boa oferta de Conilon com arábica em maior volume que pode levar o Brasil a uma safra recorde nesta temporada, adiciona pressão baixista aos preços no médio prazo. 

Essa semana o Climatempo informou que Minas Gerais, a maior região produtora de arábica do Brasil, recebeu 72,6 mm de chuva na semana encerrada em 6 de fevereiro, o que representa 113% da média histórica.

Segundo o sócio diretor da Pine Agronegócios, Vicente Zotti, no momento não há fundamentos para ocasionar uma movimentação de alta nos preços. “Pelo lado dos futuros, boa parte do movimento de queda já ocorreu, mas havendo maior participação do produtor com a entrada da nova safra, acredito que ainda exista espaço para que as cotações futuras testem novamente patamares baixistas”, explicou.  

Perto das 9h40 (horário de Brasília), o arábica registrava queda de 515 pontos no valor de 282,40 cents/lbp no vencimento de março/26, uma perda de 370 pontos negociado por 281,45 cents/lbp no de maio/26, e um recuo de 420 pontos no valor de 277,40 cents/lbp no de julho/26.

O robusta trabalhava com baixa de US$ 70 cotado por US$ 3,664/tonelada no contrato de março/26, uma desvalorização de US$ 63 no valor de US$ 3,620/tonelada no de maio/26, e uma queda de US$ 64 no valor de US$ 3,532/tonelada no de julho/26. 

Por: Raphaela Ribeiro

Fonte: Notícias Agrícolas

Leonardo Assad

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